quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Ideias para trabalhar com a inclusão




































































Encontre a Sombra

Oficina de APADEM

Estas atividades foram criadas na oficina da   Cláudia Moraes, responsável por este e outros belíssimos trabalhos.








Aprendendo Inglês / Learning English

Material utilizado : papelão ( daqueles comprados em armarinho ), atividades feitas no computador e plastificadas, cola quente e velcro adesivado.





 Encontre a metade do peixe


Mais Atividadespor Silvana Sousa
   

Atividade para ensinar os dias da semana , passando após aprendizado, 
para o calendário.

Dominó para trabalhar as quantidades . 

 


Objetivo : separar os objetos por cores de acordo
com a etiqueta  trabalhando o nome e o reconhecimento de cada cor assim como
 trabalhar  quantidade dos objetos  , desenvolvendo conceitos
de maior ou menor quantidade .

Potinhos etiquetados com as cores . Bandeja plástica para delimitar 
o espaço da atividade . 

Cestinha com os objetos a serem separados

Neste modelo creio que o foco seja a  coordenação motora , todavia podemos aproveitar 
e trabalhar as cores assim como a noção de sequenciação, sempre observando as limitações de cada criança.


Quebra-cabeça das Vogais















Dicas de Atividades de Habilidades para Autismo

Atividades da Habilidades Visuais

Pareamento deCores Primárias (vermelho, verde e amarelo)
 Pareamento de Cores
 Pareamento Cores
 Pareamento de formas geométricas
Pareamento de formas geométricas
 Pareamento de figuras
 Pareamento de formas geométricas
 Pareamento de figuras
 Discriminação Visual e Sequência
 Discriminação Visual e Sequência
 Discriminação Visual
 
Pareamento por tamanhos (grande/médio e pequeno)


 Pareamento de cores diferentes.
 Pareamento de formas e figuras diferentes.
Pareamento de tamanhos diferentes.
 Pareamento de letras
Pareamento e Sequência de cores.

 Pareamento de cores e formas e Sequência Visual. (Apoio da imagem visual)
 Sequência  Visual de Cores (apoio da imagem visual)
 Pareamento de Cores (Potinhos e Objetos coloridos)
Pareamento de Cores (Pregador de roupa com as cores e cartelas)
 Pareamento de 2 cores primárias diferentes
 Pareamento de Gravuras de Frutas e Frutinhas
 Pareamento de Gravuras de animais e os animais.
Sequência dos números. Os números com a associação de quantidades.


Deslizar as bolas vermelhas até abertura, seguindo as faixas.



Passar o laço nos ganchos seguindo o caminho das setas 



Colocar os pompons dentro de cada recipiente e depois fechar com a tampa.



Puxar as gominhas coloridas entre dois pauzinhos.


Encaixe das peças de legos de acordo com a sequência visual (Exemplo: azul- vermelho e amarelo)

.
  O processo de aprendizado buscando a compreensão, a organização e a independência. A criança trabalha num ambiente altamente estruturado que deve incluir organização física dos móveis, áreas de atividades claramente identificadas, murais de rotina e trabalhos baseados em figuras e instruções claras.

 Pareamento de formas geométricas e encaixe das peças.


 Pareamento de Cores e Sequência Visual e alinhavo das bolas coloridas.


Pareamento de Cores 


Pareamento de Números

Mosaico
Motricidade Fina
Alinhavo nos botões de formas diferentes.Apoio da imagem visual da outra figura idêntica. Pareamento de figuras e alinhavo (trabalha coordenação motora fina).


Alinhavo 
 Apoio da imagem visual para depois.....
 ...fazer o alinhavo.
 Apoio da imagem visual através do durex vermelho e depois....
...colocar o pregador de roupa vermelho em cima do durex vermelho.
Fonte:  Materiais do site Autism Learn  www.autismlearn101.com 

Atividades Pedagógicas de Cores e Formas Geométricas para autistas

* Joaquim Melo e Ana Maria Nascimento
 Não é tão simples ensinarmos cores e formas geométricas para alunos com autismo, porém é possível desenvolver este aprendizado de maneira didádica e prazerosa. Por isso, estamos compartilhando com pais e profissionais que trabalham com pessoas com autismo, esta experiência desenvolvida com nosso filho, o Ulisses, e outros alunos. Em pouco tempo já estamos vendo progresso, pois ele expressa o aprendizado fazendo todas as atividades de forma correta.

As cores e formas geométricas já na Educação Infantil fazem parte do currículo escolar dentro do conteúdo de matemática. Este conteúdo faz parte do nosso dia-a-dia por isso é tão importante ensinarmos aos nossos pequenos. Quando trabalhamos cores estamos também ensinando a criança a classificar. E o ato de aprendermos a classificar a partir das cores faz com que a criança perceba no mundo e na natureza os pequenos detalhes da beleza da vida. A idéia é fazer com que o aluno com autismo consiga generalizar este aprendizado e servirá de porta de entrada para outras vias do conhecimento.

Esta atividade ensina as cores primarias como o azul, vermelho, amarelo e verde com materiais de tampa de diversas garrafas inclusive a de Pet. As formas geométricas são trabalhadas com tampinhas de pet e palitos de picolé de plásticos coloridos. De forma intuitiva o aluno, logo de início consegue entender a atividade.

Passo-a-passo da AtividadeFormas geométricas e cores

Para esta atividade temos o quadrado, retângulo e triângulo impresso na folha A4 cada forma nas quatros cores que são Vermelho, azul, verde e amarelo, estas folhas são plastificadas para melhor durabilidade. Aqui são usados palitos de plasticos coloridos(da kibon do picolé Frutilly), também pode ser usado de outras marcas e de palito de madeira pintado. O tamanho dos lados das formas devem ter o mesmo dos palitos usados. O aluno deve sobrepor cada palito em cima dos lados das formas conforme as cores. No retângulo foi usado dois palitos nos lados maiores.




Atividade do Círculo com tampas de pet. A técnica usada é a mesma, basta fazer o desenho no mesmo tamanho das tampas de Pet, cada circunfência formada de vários círculos representados por cada tampa.





Atividade de Cores com tampas variadas com Velcro. Notem que a idéia agora é trabalhar só cores de forma generalizada, pois estamos usando tampas de vários tamanhos, para que seja entendido que a relação feita é a cor não importando o tipo de tampa. obs: os quadrados demarcados na folha neste momento não denota uma forma geométrica e sim o lugar onde a peça deve ser colocada. Esta atividade deve ser desenvolvida em etapas.

1ª - comece com uma cor em cada folha separada.


2ª - Depois que o aluno conseguir fazer as atividade em cores por vez, desenvolva então com duas cores ao mesmo tempo na mesma folha.3ª - Depois de ter exercitado nas etapas anteriores, trabalhe agora com as quatros cores as mesmo tempo na mesma folha.
4ª - Nesta última etapa também propomos o trabalho com as quatros cores ao mesmo tempo na folha, diferença é que as cores não estão ordenadas exigindo um grau maior de dificuldade.



















Veja que foram usados materiais reaproveitados como as tampas e palitos de plásticos, que aparentemente não serviriam para fazer nada além de poluir as ruas. Fica a diga de uma forma de uso didático desses materiais.

Muito importante que você aplique as atividades propostas, pois os resultados certamente surgirão.

Fonte: Autismo no Amazonas

Sugestão Pedagógica: Deficiencia Mental


· Proporcionar um ambiente tranqüilo, em que as crianças estejam sempre ocupadas;

· Dosar atividades em relação a duração e ao interesse que possam despertar;
· Estabelecer os limites de forma positiva;
· Manter a voz suave, não falar muito, nem muito alto, nem muito depressa;
· Evitar as comparações entre as crianças;
· Facilitar para que a criança aprenda pela sua própria ação. Deixar que ela tente,experimente e observe;
· Pedir sempre ao aluno, após uma atividade, que descreva sua ação: verbal, gráfica e corporal;
· Nunca subestimar o aluno, quanto as suas capacidades;
· Ter em mente que o aluno com deficiência mental aprende num ritmo mais lento que as demais crianças devendo, portanto, ser respeitado o seu desenvolvimento;
· Propor a criança à realização de jogos e brincadeiras, de acordo com a fase de desenvolvimento em que se encontra, transformando a aprendizagem em algo lúcido e agradável, permitindo a criança que demonstre criatividade e iniciativa;
· Procurar dividir cada atividade em etapas, ensinando-as uma a uma, até que a criança seja capaz de realizar toda atividade sozinha.



MATERIAIS QUE AUXILIAM O ENSINO DA MATEMÁTICA


São recursos materiais que poderão ser usados para auxiliar o ensino da matemática para crianças com deficiencia mental independentemente da utilização dos métodos a que se referem. Destacamos:


I. Material Cuisenaire


Este material, de Georges Cuisenaire (1953) consiste em dez peças confeccionadas em cores diferentes:


• Branca = 1
• Vermelha = 2
• Verde clara = 3
• Carmim = 4
• Amarela = 5
• Verde escura = 6
• Preta = 7
• Marrom = 8
• Azul = 9
• Alaranjada = 10



A menor peça é um cubo com um centímetro de aresta e indica a unidade. A partir deste cubo são construídas as demais peças.


A segunda peça é um paralelepípedo, cuja base, igual ao cubo e altura dupla correspondente a dois cubos, indica a quantidade dois.


A terceira peça é, também, um paralelepípedo com a base, igual ao cubo e a altura tripla, ou seja, correspondente a três cubos, indica a quantidade três.


E, assim, as outras peças continuam a aumentar até chegar à altura igual a dez vezes a aresta do cubo.


Deve ser observado que, na construção do material por Cuisenaire, houver a preocupação de fazer uma associação entre número e cor conforme exemplificação a seguir:


- A peça menor, cubo, que corresponde à unidade, é branca;
- As peças 2, 4 e 8 são: vermelha, carmim e marrom (nuances do vermelho);
- As peças 3, 6 e 9 são: verde clara, verde escura azul (nuances do verde/azul);
- As peças 5 e 10 são amarela e alaranjada (nuances do amarelo);
- A peça 7 é preta.



Deve-se notar, ainda, a seguinte associação:


- As peças branca e preta são únicas, ou seja, não possuem nuances e correspondem aos números primos 1 e 7;
- Os conjuntos: 2, 4 e 8; 3, 6 9; 5 e 10 evidenciam os dobros, triplos, as potências 2 e 3.



Com as dez peças o professor tem um recurso material excelente para o ensino da matemática


II. Material Montessori


Maria Montessori (1926), após estudos realizados, elaborou um método para ensinar deficientes mentais. Dentre o material Montessori, trataremos apenas de alguns que estão mais diretamente vinculados ao ensino da matemática. Desta forma, destacamos:


• Barras com segmentos coloridos vermelho/azul: Consiste de 10 barras que entre si mantém uma relação de 1 a 10. A menor barra tem 10cm, equivale ao primeiro segmento, é vermelha e representa a quantidade um. A segunda barra tem 20cm, contém um primeiro segmento com 10cm na cor vermelha e um segundo segmento com 10cm na cor azul e equivale à quantidade dois. A terceira barra de 30cm possui o primeiro segmento de 10cm na cor vermelha, o segundo de 10cm na cor azul e o terceiro segmento de 10cm na cor vermelha e equivale à quantidade três. E assim, sucessivamente, até a barra com um metro de comprimento que representa a quantidade dez.


As barras confeccionadas por Montessori facilitam o cálculo porque, ao se colocar a barra indicativa de quantidade “um’ ao lado da barra de quantidade “dois”, obtém-se um comprimento igual à barra de quantidade “três”, ao mesmo tempo que esta operação é realizada ocorre o processo de síntese, ou seja, o aluno efetua uma adição.


• Algarismos em lixa: Servirão para o ensino dos dez numerais (sinais gráficos dos números), além de proporcionar também a estimulação tátil. São constituídos de dez cartões sobre os quais estão colocados os algarismos confeccionados em lixa (0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9). 


• Encaixes geométricos: É constituído de material plano com molduras correspondentes para o encaixe das figuras geométricas: quadrado, retângulo, círculo, triângulo, trapézio, etc.


III. Blocos lógicos


São blocos que poderão ser grupados por atributos: forma, tamanho, espessura e cor. Assim, o aluno poderá agrupar as peças pelas cores: amarelas, azuis e vermelhas. Também poderá agrupa-las pelo tamanho: as maiores e as menores, ou seja, as grandes e as pequenas. Ainda poderá agrupa-las pelas formas: quadrados, triângulos, retângulos e círculos. E, finalmente, agrupa-las pela espessura: grossas e finas. Utilizando o quadro de dupla entrada, o aluno poderá classificar as peças atendendo uma solicitação. Por exemplo: círculo amarelo, quadrado vermelho; retângulo grosso, quadrado fino, etc.


Os blocos também poderão ser agrupas por tamanho, pó exemplo, quadrados pequenos, retângulos grandes, etc.




IV. Material dourado


É um material que auxilia o ensino da matemática, possibilitando ao aluno adquirir, de forma concreta, os conceitos matemáticos. 


Este material é constituído de: a) um cubo com 10cm de aresta representando um milhar; b) 10 prismas com um centímetro de altura e 10cm de largura e 10cm de comprimento representando as centenas; c) 100 prismas com um centímetro de altura, um centímetro de largura e 10cm de comprimento representando as dezenas; d) 500 cubos com um centímetro de aresta representando as unidades.


O material dourado possibilita o ensino: a) da idéia de número; b) do valor posicional dos algarismos; c) das classes e ordens de um número; d) da composição e decomposição de um número; e) de números pares e ímpares; f) da adição, subtração, multiplicação e divisão; e g) números decimais e fracionários. 



Apresentaremos a seguir alguns materiais confeccionados simplesmente para funcionar como estímulos (estimulação visual, auditiva, tátil, cinestésica), também servem como auxiliares para o ensino da matemática.



V. Quadro de dupla entrada: É utilizado para o treinamento dos conceitos básicos.



VI. Dominó: É utilizado pra treinamento variado (conceitos básicos, número/numeral) conforme sua confecção. 


VII. Numerais de 1 a 9 confeccionados em madeira: São utilizados para o treinamento da identificação e nomeação dos numerais.



VIII. Cartões para encaixar com ajustamento: Consiste de cartões dispostos como se fossem quebra-cabeças de duas peças, sendo que numa das peças encontra-se o numeral e noutra um objeto representando o número.



IX. Cartões com sinais e numerais inscritos: São utilizados para o ensino das operações fundamentais.


Sistema de Instrução Personalizada (Personalized System of Instruction, PSI)


Esse sistema tem como características:


1. O aspecto de progredir no próprio ritmo, que permite ao aluno passar pelo curso numa velocidade compatível com a sua habilidade e outras exigências do momento.
2. O requisito da perfeição da unidade para avançar, que permite que um aluno prossiga em um material novo apenas depois de demonstrar domínio do material que precedeu.
3. O uso de palestra e demonstrações como veículos de motivação, ao invés de fontes de informação fundamental.
4. A ênfase na palavra escrita na comunicação professor-aluno.
5. O uso de monitores que permitem testagens repetidas, avaliações imediatas, tutela quase inevitável e um aumento acentuado no aspecto sócio-pessoal do processo educacional (Keller, 1972).




Segundo Costa, temos que as características mais importantes que justificam a utilização deste procedimento para o ensino de matemática para deficientes mentais são:
1. Permite que o aluno possa progredir no seu próprio ritmo, ou seja, passar pelo aprendizado em uma velocidade compatível com sua habilidade e de outras exigências de seu momento;
2. Facilita as aproximações sucessivas, ou seja, a seqüência do ensino a ser colocado de maneira simplificada, sempre obedecendo a uma graduação progressiva de dificuldades;
3. Favorece o reforçamento/correção imediata do desempenho do aluno facilitando, assim, a aquisição por parte deste.



Se o aluno não aprender, então não houve ensino, ou seja, o que foi ensinado não estava de acordo com o repertório do aluno. Portanto, saber o repertório do aluno é o ponto fundamental para elaborar um programa de ensino, deve-se procurar avaliar se o aluno possui no repertório comportamentos necessários para a aquisição da matemática.


O programa para ensinar iniciação à matemática para o aluno deficiente mental compreende seis classes de comportamentos terminais:


1. Realizar agrupamentos: Realizar agrupamentos de objetos que possuem características comuns (mesma cor, mesma forma, mesmo tamanho, mesma espessura); representar o agrupamento (identificar objetos com um elemento, separar sub-agrupamentos); realizar relações entre agrupamento (identificar pertinência e inclusão entre agrupamentos, realizar comparação entre agrupamentos); identificar tipos de agrupamento (nomear e classificar tipos de agrupamentos) e realizar operações entre agrupamentos (reunião e intersecção).


2. Realizar relações de quantificação: Comparar agrupamentos (identificar o que tem mais elementos, o que tem menos elementos e os que têm a mesma quantidade, identificar o agrupamento que tem um elemento a menos e o que tem um elemento a mais).


3. Registrar quantidades: Identificar quantidades (separar e organizar quantidades); nomear quantidades (tanto organizadas como separadas); grafar quantidades (grafar numerais).


4. Realizar relações entre quantidades: Realizar operações (juntar quantidades, tirar quantidades, colocar quantidades para formar uma quantidade dada, comparar agrupamentos de sorte que fiquem com a mesma quantidade; repetir grupos coma mesma quantidade, repetir quantidades para que o grupo fique coma mesma quantidade, distribuir grupos com a mesma quantidade).


5. Realizar medidas: Identificar instrumentos de medida de tempo (construir ampulheta, manusear relógio digital e analógico); realizar a medida do tempo (identificar horas, minutos e segundos); identificar medidas arbitrárias de grandeza (realizar medidas utilizando o palmo, o passo, o pé, a polegada); identificar medidas padrão de grandeza (metro); identificar medidas arbitrárias de massa (utilizando a xícara, o copo, o punhado); identificar a medida padrão de massa (grama); identificar medidas arbitrárias de capacidade (utilizando o recipiente plástico, o copo, a garrafa); identificar a medida padrão de capacidade (litro).


6. Realizar classificações geométricas: Identificar formas geométricas encontradas na natureza (formas semelhantes, formas diferentes); identificar formas geométricas nos objetos construídos pelos homens (comparar formas semelhantes e diferentes, comparar semelhanças entre figuras planas); identificar figuras planas (comparar diferenças entre figuras planas); classificar os sólidos geométricos (identificar os sólidos de acordo com a superfície plana e com a superfície curva); classificar as figuras planas (identificar quadrados, triângulos etc).


- fornecer aos alunos blocos lógicos, para que identifiquem os tamanhos;
- formar conjuntos que identifiquem mais curto/ mais comprido;
- identificar folhas de árvores ora mais largas, ora mais estreitas;
- pedir às crianças identificarem os troncos mais grossos, menos grossos;
- colocar em ordem crescente objetos finos para grossos;
- formar fila e perguntar às crianças quem está na frente e quem está atrás;
- identificar objetos nas posições embaixo, em cima, dentro, fora, frente...
- propor atividades que os alunos identifiquem a esquerda e direita de seu corpo;
- pedir para os meninos caminharem para uma direção e as meninas para outra;
- promover corridas para ver quem corre mais depressa;
- fornecer jogos de seqüência lógica;
- pintar em folhas mimeografadas o que ocorre no dia da criança em seqüência determinada por cores;
- colar lã sobre as linhas traçadas;
- pintar o interior das linhas fechadas;
- mostrar aos alunos o que é um conjunto utilizando material concreto;
- pedir que recortem figuras de “animais” e colem, formando conjuntos de “animais”;
- pedir que formem dois conjuntos com blocos lógicos; ex.: triângulo grosso, triângulo fino;
- pedir que as crianças identifiquem a cor do céu, sol, sangue...
- montar dominós de cores para as crianças jogarem;
- separar peças de blocos lógicos pela cor;
- formar conjuntos e pedir às crianças para identificarem o conjunto que tem mais ou menos elementos;
- pedir para as crianças desenharem conjuntos com muitos frutas, poucas frutas;
- formar conjuntos com vários elementos pedindo que as crianças liguem um para um;
- formar conjuntos, contar quantos elementos há dentro do conjunto e colocar o numeral correspondente;
- fornecer atividades para fixar os números;
- realizar jogos de dominó;
- trabalhar com símbolos de igual e diferente, para conjuntos, elementos e numerais;
- trabalhar com pares (meia, sapato, caderno, lápis) das crianças, explicando o que é formar par;
- pedir que as crianças formem dois montinhos de botões. Ex.: um com “3”, outro com “2”, perguntar quantos elementos há em um todo e qual a operação realizada. Escrever na lousa 2+3=5 2+3=5
- Idem ao anterior, porém retirar os botões “2”, pede para verificar quantos botões sobraram, explicar a operação realizada: 5-2=3 5-2=3
- pedir que as crianças tragam uma fruta, cortá-la ao meio, explicando que cada parte é a metade da fruta;
- recortar gravuras de pessoas mais gordas e pessoas mais leves.

Fonte:AEE Aparecida de Goiania

domingo, 27 de outubro de 2013

Atenção e Funções Executivas


A atenção é um processo cognitivo que desempenha um papel fundamental no direcionamento cognitivo do usuário para um alvo, intensificando o foco. Ela é a base para que diversos processos mentais funcionem adequadamente, sejam eles processos “puramente cognitivos” (processos frios) ou emocionais (processos quentes).

A atenção é uma função executiva. Em termos cognitivos, as funções executivas são uma categoria de processos cognitivos especializados e auto-reguladores, desempenhados pelo lobo pré-frontal, necessários para lidar-se com situações dinâmicas e ambíguas que envolvam relacionamento social e exijam conduta socialmente adequada (moralmente regulada por regras sociais, que podem ser implícitas, ou seja, não precisam estar expostas ou documentadas).

Se usarmos a metáfora empresarial para falarmos sobre o ser humano, podemos dizer que as funções executivas são o diretor-chefe de uma empresa, regulando todos os processos, orientando os caminhos a tomar e mantendo os colaboradores (ou as outras partes do corpo/ cérebro) focados nas suas funções.Assim, ter um bom funcionamento executivo é a base para dosar adequadamente o quanto de emoção, impulsividade e racionalidade virão à tona em processos de tomada de decisão.

- As principais funções executivas “básicas” são:

- atenção (seletiva, concentrada e difusa);
- memória de trabalho;
- controle inibitório (contenção dos impulsos);
- auto-regulação (inclusive emocional)
- Metacognição (capacidade de raciocinar sobre o próprio conhecimento cognitivo).

Essas funções executivas básicas são a base para a estruturação de processos executivos mais complexos como:

- planejamento (requer alto grau de atenção, memória de trabalho, adequado controle inibitório e auto

-regulação, além de uma habilidade metacognitiva aguçada);

- tomada de decisão (também requer o uso de todas as habilidades acima citadas);
- flexibilidade cognitiva (considerar diversos pontos de vista, aprender rapidamente e mudar de estratégia quando as estratégias previamente aprendidas já não surtem mais o efeito desejado);
- manutenção do foco e persistência ao alvo (capacidade de manter “na sua mente”, por períodos que podem ser relativamente longos, o seu objetivo e persegui-lo, mesmo que precise mudar de estratégias e fazer novas re-avaliações e planejamentos).

A atenção, peculiarmente, pode influenciar o desempenho tanto das funções executivas básicas quanto as complexas. Por exemplo, o grau de atenção destinado a um assunto acabará influenciando na quantidade de informação relevante selecionada e fixada na memória e, ainda, a habilidade de resgatar essas informações em momentos adequados (memória de trabalho). A atenção seletiva ajudará a selecionar os estímulos relevantes e ignorar os estímulos supérfluos ao planejamento e processos decisórios.

A manutenção da atenção em um foco possibilitará a concentração e, conseqüentemente, ampliação do foco e importância destinada ao processo alvo.

Então, eu pergunto: O mundo moderno tem nos ajudado a prestar mais atenção nas coisas, a selecionar estimulos relevantes e a focar? Ou tem contribuido para trocarmos a todo o momento o foco de atenção, pois tudo é novidade e interessante e precisamos estar cada vez mais antenados?Eh, para contribuirmos no processo educacional dar novas gerações, talvez teremos que voltar e treinar o processo cognitiva mais básico e primitivo (primitivo sim, da época em que éramos “homem das cavernas”):

Atenção!

- Dar atenção
- Prestar atenção
- Doar atenção
(Fonte: Psicologia & Cognição)

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

DIA DAS CRIANÇAS- tem como não se apaixonar?





DIA DAS CRIANÇAS






"Você não pode impedir que ela tenha medo do escuro. Você não pode impedir que ela caia da bicicleta. Você não pode impedir que ela tenha espinhas. Você não pode impedir que ela vá mal na escola. Você não pode impedir que ela não saiba que faculdade escolher. Você não pode impedir que ela chore por amor. Você não pode impedir que ela fique sem seu colo um dia. Mas você pode garantir que ela passe por tudo com mais segurança".
(ITAU)