quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Plenário aprova Plano de Proteção à Pessoa Autista


Deputados que fizeram a diferença, ontem - o nosso muito obrigada!

Rosinha da Adefal
Fabio Trad
Carmem Zanotto



Texto de Rita Maura Boarin

Plenário aprova Plano de Proteção à Pessoa Autista

O Plenário aprovou, nesta terça-feira o Projeto de Lei 1631/11, que cria a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. Como a matéria foi aprovada com emendas da Comissão de Seguridade Social e Família, a matéria retorna ao Senado para nova votação.

O texto equipara os autistas, para todos os efeitos
legais, às pessoas com deficiência, permitindo acesso a tratamento especializado na rede pública.
Durante a votação em Plenário, a deputada Rosinha da Adefal (PTdoB-AL) recomendou a aprovação do projeto em nome da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Entre as diretrizes da política nacional estão:

a garantia de inserção social dos autistas;

o estímulo à entrada no mercado de trabalho, desde que respeitadas as limitações da síndrome;
o acesso a atendimento multiprofissional e a medicamentos;
o direito a acompanhante em escolas de ensino regular e
a proteção previdenciária.
O projeto prevê ainda a inclusão dos estudantes autistas nas classes comuns de ensino regular e o atendimento educacional especializado gratuito quando não for possível a inserção em classes comuns.

Recusa de matrícula


Uma das emendas da relatora na Comissão de Seguridade Social, deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP), cria sanção administrativa expressa para o gestor escolar ou autoridade competente, em escola regular, que recusar a matrícula da pessoa com transtorno do espectro autista.


Segundo a deputada, a emenda pretende evitar o excesso de arbitrariedade dos gestores escolares no cumprimento dos objetivos da política. “A educação especial fora da rede regular pode ser o mais indicado para casos muito específicos de autismo severo, mas isso não pode ser usado pelos gestores como desculpa para recusar matrículas”, argumentou.


A emenda aprovada sujeita o infrator a multa de 3 a 20 salários mínimos. Em caso de reincidência, será instaurado processo administrativo que poderá resultar na perda do cargo, assegurada a ampla defesa.


O texto, no entanto, ressalva os casos em que, comprovadamente, e somente em função de especificidades do próprio aluno, a inclusão na rede regular de ensino for prejudicial a ele. “Essa previsão vale não apenas para educandos com autismo, mas também para pessoas com qualquer outro tipo de deficiência”, destacou a relatora.


Tratamento cruel


Outra emenda aprovada altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) para tipificar a conduta daquele que aplicar qualquer forma de castigo corporal, ofensa psicológica, tratamento cruel ou degradante à criança ou ao adolescente com deficiência física, sensorial, intelectual ou mental, como forma de correção, disciplina, educação ou a qualquer outro pretexto. O crime será punível com detenção de seis meses a dois anos.


Se do fato resultar lesão corporal de natureza grave, a pena será transformada em reclusão de 2 a 4 anos. No caso de morte, a reclusão será de 4 a 12 anos.


Asilo


O projeto também determina que, nos casos de necessidade de internação médica em unidades especializadas, isso não poderá ocorrer em estabelecimentos com caráter de asilo, sem condições de oferecer assistência adequada.


Para facilitar os cuidados dos pais com parentes portadores de deficiência (cônjuge, filho ou dependente), o projeto retira do Estatuto do Servidor (Lei 8.112/90) a necessidade de compensação de horário especial concedido quando comprovada sua necessidade por junta médica oficial.


Íntegra da proposta:

PL-1631/2011

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Jogos online

   Complete com a vogal inicial.

       Complete com as vogais que faltam.

       Complete com as vogais que faltam.


  APRENDENDO A LER - ARRASTE O OBJETO PARA A LETRA CORRESPONDENTE.
  JOGO DAS VOGAIS - CLIQUE NA FIGURA CERTA.
  BRINCANDO COM AS VOGAIS - COMPLETE AS LACUNAS COM VOGAIS.
  JOGO DAS VOGAIS - ACERTE AS VOGAIS. USE A BARRA DE ESPAÇO.


ATIVIDADES PARA TRABALHAR COM OS FONEMAS:


Atividade para fixar a letra F.

  Letras V e B.



LINKS DE OUTROS SITES:

DITADO

        
       
 


ACHEI UNS LINKS DE JOGUINHOS BEM BACANAS NA INTERNET. VALE A PENA VISITAR...
AS CRIANÇAS VÃO VIBRAR.
  
Siga a ordem dos numerais.
    
     Brincando com Ariê                       Brincando com Ariê 2

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Torre de Hanói e Memória de Trabalho


A Torre de Hanói é um "quebra-cabeça" que consiste em uma base contendo três pinos, em um dos quais são dispostos alguns discos uns sobre os outros, em ordem crescente de diâmetro, de cima para baixo. O problema consiste em passar todos os discos de um pino para outro qualquer, usando um dos pinos como auxiliar, de maneira que um disco maior nunca fique em cima de outro menor em nenhuma situação. O número de discos pode variar sendo que o mais simples contém apenas três.
Torre de Hanói
A Torre de Hanói tem sido tradicionalmente considerada como um procedimento para avaliação da capacidade de memória de trabalho, e principalmente de planejamento e solução de problemas.

JOGOS BOOLE


Os alunos devem montar a cena de acordo com a história. 

Os desafios são resolvidos com cartas, que, sendo um material concreto e manipulável, ajudam a organizar as informações e formular hipóteses solucionando os enigmas.
 
O jogo ajuda a criança a:
- Organizar o pensamento, selecionar as prioridades e resolver as questões.
- Estimular a criatividade e a auto-estima na medida em que se vence os desafios.
- Interpretar as questões e enunciados com coerência e entender aquilo que lê.
- Se acostumar a resolução de situações problemas considerando hipóteses. 
- Desenvolver a estruturação de pensamento.
- Vencer as dificuldades que têm na leitura e na compreensão. 

As histórias, no início, são contadas pelo professor, linha a linha, e os alunos devem montar com as cartas, para chegar à solução. 
Quando as crianças aprenderam a jogar, podem elaborar cartas e histórias. 

Para conhecer melhor o Boole, visite o site: http://www.jogosboole.com.br/
  
Essas cartas e  histórias foram criadas IVANA KAIPER, baseado na palestra promovida na escola e no material que ela adquiriu. Espero que gostem do jogo!!!


cartas:
histórias:
O professor/psicopedagogo deverá ler as três afirmações. Os alunos vão montando, enquanto o professor lê. Depois devem responder as perguntas. A solução de cada história está no final, onde diz: "cartas".

Nessas histórias, não são usadas todas as cartas ao mesmo tempo.


Para quem não conhece o Boole, pode jogar a versão demonstrativa que tem na internet:
http://www.jogosboole.com.br/flash/jogovermelhodemo.swf
 
fonte:http://psico09.blogspot.com.br/2012/03/jogos-para-intervencao-pp-boole.html

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Síndrome de Down


ESTRATÉGIAS PARA SALA DE AULA - disgrafia

Cinel (2003), no artigo "Disgrafia - prováveis causas dos distúrbios e estratégias para a correcção da escrita"  apresenta as seguintes atividades a serem realizadas em contexto de sala de aula:

 


 


 

 

 

DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

Camara (2008) no texto 1 do artigo “Dificuldades e Aprendizagem” refere que a literatura sobre as dificuldades de aprendizagem se caracteriza por um conjunto desestruturado de argumentos contraditórios. Apesar do conceito de dificuldades de aprendizagem apresentar diversas definições e ainda ser um pouco ambíguo, é necessário que tentemos determinar ao que fazemos referência com tal expressão ou etiqueta diagnóstica, de modo que se possa reduzir a confusão com outros termos. 


Elementos de definição mais relevantes:  

- A criança com transtornos de aprendizagem tem uma linha desigual no seu desenvolvimento.

-
Os seus problemas de aprendizagem não são causados por pobreza ambiental.

-
Os problemas não são devidos a atraso mental ou transtornos emocionais.

Só é procedente falar em dificuldades de aprendizagem quando os alunos: 

- Têm um quociente intelectual normal, ou muito próximo da normalidade, ou ainda, superior.

- O seu ambiente sócio-familiar é normal.

- Não apresentam deficiências sensoriais nem afecções neurológicas significativas.

- O seu rendimento escolar é manifesto e reiteradamente insatisfatório.

Frequentemente apresentam problemas nos seguintes campos:

- Actividade motora: hiperatividade ou hipoatividade, dificuldade de coordenação…
 
-
Atenção: baixo nível de concentração, dispersão…
 
-
Área verbal: problemas na codificação/ decodificação simbólica, irregularidades na lectoescrita, disgrafias …
 
-
Emoções: desajustes emocionais leves, baixa auto-estima …
 
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Memória: dificuldades de fixação …
 
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Percepção: reprodução inadequada de formas geométricas, confusão entre figura e fundo, inversão de letras …
 
-
Sociabilidade: inibição participativa, pouca habilidade social, agressividade.

AVALIAÇÃO DAS D.A

Correia & Martins (1999), no livro “Dificuldades de aprendizagem: O que são? Como entendê-las?”, apresentam uma lista de verificação que tem por base a Escala de Comportamento Escolar (Correia, 1983) e uma lista de verificação do Centro Nacional Americano para as Dificuldades de Aprendizagem (1997), onde está agrupado um conjunto de sinais que podem ser indicadores de DA.


Para além dessa lista de verificação, os autores apresentam, no quadro seguinte, quatro listas por nível escolar (Levine, 1990), contendo um conjunto de primeiros sinais a observar no que diz respeito às DA.
 
 

fonte: http://omovimentodaescrita.blogspot.com.br/2010/04/o-que-sao-realmente-sao-as-dificuldades.html